A grande transformação | Parte 2
Um desafio para identificar se a empresa está preparada para disruptar além da tecnologia
28 Outubro 2017  |  00:04h
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O psicólogo Carl Jung já falava: "Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana." Por incrível que pareça, quem está fazendo os gestores se aprofundarem mais nesta questão são, justamente, os canais que usam inteligência artificial para interagir com o cliente. O poder que a tecnologia deu ao consumidor é imenso e fez as empresas recordarem qual deve ser o foco na hora de entregar um produto e/ou serviço: o cliente. Afinal, agora eles expressam a sua insatisfação não somente com a empresa, mas com o mundo que está ao alcance da sua mão.

Assim, quando se fala deste grande momento de transformação que as empresas estão passando, torna-se raso falar somente da implementação de recursos tecnológicos. Claro que eles são importantes e recebem melhorias a uma velocidade impressionante - quase impossível da mente acompanhar. Porém, existe algo em comum entre todas estas tecnologias que estão em alta no mercado: elas vieram auxiliar às empresas a melhorar sua comunicação e relacionamento com o cliente.

Mais do que antes, o cliente tem razão - e faz questão de cobrá-la! E os gestores nem precisam ir tão longe para encontrá-los: basta sair do próprio escritório e circular pela empresa. Conversar com os colaboradores que lidam com as pessoas e entender as necessidades que eles têm, tanto como funcionários quanto como clientes. Esse é só o primeiro passo de muitos nessa caminhada que não tem quilometro certo para terminar. Só que para conseguir avançar, primeiro é preciso disruptar.

Para que você consiga dar seguimento na transformação da sua empresa, a Cliente SA trouxe mais esta série de matérias para ajudar. Confira:

Além de quererem cada vez mais um serviço ou produto personalizado, o cliente atua junto com a empresa


Mais exigentes, menos fieis e loucos por novidades, clientes buscam empresas preparadas


Enquanto algumas empresas ainda sofrem para se adaptar, o cliente esbanja da tecnologia


Entender o que o cliente precisa é muito mais do que vender produtos ou serviços



A tecnologia realmente mudou as coisas. Mas será que ela se basta?



Ganha quem pensa nas mais diferentes gerações de consumidores e usa a tecnologia a seu favor
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